Anúncio da
venda de “coroas de Nossa Senhora” publicadas no ano de 1856. Muitas famílias
possuíam oratórios particulares, com um santo de devoção familiar. As imagens, esculpidas
em madeira ou terracota, geralmente não possuíam adornos quando compradas
direta do artista que as fabricava, daí que coroas ou resplendores de prata
eram vendidos separadamente.
sábado, 21 de novembro de 2015
Festa da Conceição: Círio de 1978
Momento fotográfico do Círio de
1978. A imagem da berlinda emergindo do meio do povo tornou-se um ícone nos
últimos tempos. Antigamente a procissão era organizada em filas. Com o
crescimento populacional as filas deram lugar à massa tomando as ruas.
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
Documentos históricos: Edital sobre Educação em Alenquer – 1890
Transcrevemos abaixo um edital assinado pelo Intendente Municipal
de Alenquer, Fulgêncio Firmino Simões, sobre a educação primária naquela
cidade, efetivando a aplicação do Regulamento da Instrução Pública do Estado do
Pará.
Interior da Igreja Matriz de Oriximiná em 1935
Aspecto interno da Igreja Matriz Santo Antônio, padroeiro da
cidade de Oriximiná, vendo-se o altar mor e parte da nave central com seu piso
em ladrilhos e o lustre de iluminação.
Quando o Círio da Padroeira saía da capela de São Raimundo, na Aldeia
Não muito posterior ao início do “Círio
Oficial”, no ano de 1922, o Círio saiu da antiga capela de São Raimundo (fato
que se repetiria nos anos de 1923 e 1924). Para lembrar do fato, vejamos o que
nos diz o jornal “A Cidade” de 1º de dezembro de 1923, que também nos revela o
primeiro Círio realizado sob chuva do qual se tem notícia. No mesmo jornal
temos a informação de que a Berlinda, na ocasião, já era “puxada pelo povo”.
Eis o texto:
Escola São Francisco, em Óbidos, na década de 1930.
Fundada por Frei André Noirhomme, OFM, alguns anos antes, podemos
ver a Escola Paroquial São Francisco, em Óbidos, nesta fotografia da década de
1930. Mais ao fundo podemos ver também a Igreja do Bom Jesus.
Isto foi notícia: A exposição do Intendente de Itaituba
No ano de
1913, aconteceu a Exposição Nacional da Borracha, no Rio de Janeiro. Naquela
ocasião, o intendente municipal de Itaituba, o coronel Raymundo Pereira Brasil,
organizou um interessante mostruário que mostraria os produtos que a cidade
(uma das maiores produtoras de borracha natural da época), apresentaria na
capital federal. Antes, porém, o mostruário foi apresentado na residência do
coronel, em Belém. Eis como “O Estado do Pará” noticiou o fato, a 10 de agosto
daquele ano:
Memória da Propaganda: Colégio Barão do Rio Branco em Santarém – 1915
Fundado em
16 de fevereiro de 1913, pelo professor Antônio Baptista Bello de Carvalho, o
Colégio Barão do Rio Branco resolveu baixar as taxas de internato e externato
dos seus alunos conforme se pode verificar na propaganda de 1915 que publicamos
abaixo:
Festa da Conceição: Círio de 1977
Momento da
procissão do Círio de 1977, na Rua Siqueira Campos, pouco antes da chegada da
Berlinda da Padroeira na Catedral de Nossa Senhora da Conceição.
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Largo da Matriz de Santarém em 1899
Esta foto feira por Horácio Silva da
Fotografia Fidanza (Belém) registra como era o “Largo da Matriz” no final do
século XIX. Além da Igreja Matriz pode-se ver o antigo “Cruzeiro” e prédios característicos
da Santarém da época imperial.
Descrição de um viajante: Vila de Prainha em 1859
Realizando uma viagem em 1859 a bordo de
embarcação a vapor, subindo o Rio Amazonas, Robert Avé-Lallemant nos deixou um
bonito relato de muitas localidades situadas às margens do Rio Amazonas.
Apresentamos aqui suas impressões sobre a Vila de Prainha que, naquela época,
havia sido transferida para junto das margens do grande rio. Eis o texto:
Comunidade de Cipoal em Santarém – 1966
Registro fotográfico da comunidade de
Cipoal, em Santarém, localizada na região do Planalto, acima da serra de
Piquiatuba, podendo-se ver além das casas, o cruzeiro do largo da antiga Igreja.
Foto do acervo IBGE.
Artigo: Os torneios da Imaculada Conceição
Pe. Sidney Augusto Canto
É costume, ainda hoje, em algumas
comunidades do interior, a realização de “torneios esportivos” durante a quadra
festiva dos padroeiros. Em Santarém não foi diferente. Existia, na década de
1930, um torneiro de futebol em honra aos festejos da Padroeira de Santarém
conforme descrição abaixo feita no “Jornal de Santarém”, em 24 de novembro de 1934:
Vista de Itaituba no ano de 1910
Mais um trecho da Rua Lauro Sodré, na
cidade de Itaituba, em fotografia publicada no ano de 1910, vendo-se uma casa
construída em taipa de mão, com uma cerca de estacas típica da região.
Documentos históricos: Herança do Pároco de Alenquer – 1885
O Edital abaixo publicado revela um fato
interessante da vida de Alenquer no século XIX. Morrendo o padre João Cândido
Rodrigues de Mello, que foi vigário da freguesia por 30 anos e não deixando
nenhum testamento, o Juiz Municipal de Ausentes fez publicar o referido Edital
em busca dos possíveis herdeiros dos bens do padre cametaense. Eis o texto:
Memória da Propaganda: Vapores em Monte Alegre – 1867
Cumprindo o que determinava
a Lei Provincial Nº 505, de 29 de novembro de 1866, a Companhia de Navegação e
Comércio do Amazonas publicou o seguinte comunicado informando que os vapores
da dita Companhia passariam a fazer escala em Monte Alegre:
Festa da Conceição: Som volante em 1971
A foto registra o som volante do Círio da
Padroeira de Santarém no ano de 1971. Além do acompanhamento musical, um
sistema de som volante, que estava na responsabilidade da Guarany Comunicação,
orientava os romeiros e os animava com orações e cânticos.
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
Procissão em Vila Franca (Arapiuns) na década de 1920
Registro de uma procissão em Vila Franca, na foz do rio Arapiuns.
A fotografia feita pelo fotografo Santareno Apolônio Fona. A cultura e
religiosidade do povo organizado, de fato “posando para a foto”, foi um dos
legados deste pioneiro da fotografia em Santarém. A padroeira de Vila Franca é
Nossa Senhora da Assunção.
Poesia: “Nossa Senhora da Conceição”
Abaixo publicamos uma poesia do Pastor
João Evangelista Damasceno, que era belenense e evangélico, no entanto,
tornou-se grande admirador da cultura santarena e deixou esta poesia como homenagem
à Padroeira dos Santarenos, originalmente publicada em 25 de novembro de 1967.
Fardos de juta no porto de Óbidos em 1966
Um dos principais produtos de exportação
do Baixo Amazonas no ano de 1966, a juta não parava de chegar ao porto de
Óbidos, onde foi feito o registro fotográfico destes fardos que aguardavam
serem conduzidos para a usina de prensagem existente na cidade.
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