terça-feira, 23 de outubro de 2018

Vista do Trapiche e da Avenida Adriano Pimentel


Fotografia da década de 1970 mostrando o antigo Trapiche Municipal, o prédio da sua administração e parte da Avenida Adriano Pimentel em época de uma grande cheia. Foto do acervo familiar de Elias Lopes do Rosário.



O antigo coreto da cidade de Itaituba


Muitas cidades e vilas do interior possuíam uma pequena banda de música para animar as festas religiosas e profanas. Para dar destaque ao grupo, muitas possuíam um pequeno coreto, geralmente em madeira. Nesta foto, da década de 1950, podemos ver o antigo coreto da cidade de Itaituba, localizado junto ao rio Tapajós, que por si só já servia de inspiração musical a quem estivesse tocando.




Vista da Prefeitura Municipal de Alenquer


Uma fotografia do início da década de 1980 mostra o movimento em frente da Prefeitura Municipal de Alenquer, um dos prédios mais icônicos da cidade. Construído para ser sede da então Intendência, a história política da terra ximanga nos tempos da República perpassa pelos cômodos deste prédio. Acervo ICBS.




sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Uma partida de futebol no campo do Elinaldo Barbosa.


Esta foto registra a construção da área coberta (quadra esportiva) da então Escola Paroquial São Francisco. Mas além disso, um grupo de possíveis alunos da Escola jogando a pelota no campo do antigo Estádio Elinaldo Barbosa, de onde a fotografia foi tirada.




Cruzamento das Avenidas em Santarém – 1985


Uma fotografia mostrando o cruzamento da Avenida Mendonça Furtado com a Avenida Santarém-Cuiabá no ano de 1985, quando se fazia a campanha para a primeira eleição para prefeito de Santarém desde que a cidade havia se tornado área de segurança nacional, em 1969. Foto do acervo ICBS.



terça-feira, 16 de outubro de 2018

Orla Fluvial de Santarém na década de 1970


O rio Tapajós, presenciando o avanço do progresso que vai avançando para dentro do próprio rio na década de 1970, também vê o que hoje é a praça do Pescador e o novo “cais de arrimo” (que desabou na década seguinte), além dos solares de origem portuguesa e o imponente “Morro da Fortaleza” onde se situa a Escola Frei Ambrósio. Cartão Postal do acervo familiar de Elias Lopes do Rosário.



Encontro das águas do Tapajós e Amazonas na década de 1970


Os “eternos namorados” de Santarém, os rios Amazonas e Tapajós se encontram em frente da cidade. Além da “Ponta Negra” que observa esse espetáculo de força, esta imagem também mostra a antiga praia junto ao “Trapiche Municipal”. Cartão Postal do acervo familiar de Elias Lopes do Rosário.




Rua Lameira Bittencourt na década de 1970


Antiga “Rua do Comércio” e “Rua João Pessoa”, assim a atual Rua Lameira Bittencourt foi registrada em um cartão postal na década de 1970. Em destaque, parte da antiga loja “O Castello”, o “Canto Redondo” e a pequenina “Praça da Matriz”. Cartão Postal do acervo familiar de Elias Lopes do Rosário.



A cidade de Alenquer sob administração da ARENA – 1967


Depois do interregno em que a vizinha cidade de Alenquer esteve sob a orientação de um interventor federal, depois da grande expectativa dos dias que precederam e sucederam a renovação das três seções impugnadas e deixadas de apurar por falta dos documentos, a terra dos chimangos volta a ter um prefeito constitucional, na pessoa do sr. José Rafael Valente, que já administrou o município no quatriênio 1959/63.

Uma festa dançante do São Francisco Futebol Clube – 1966


O simpático clube da Avenida Rui Barbosa recepcionará a sociedade mocoronga, em sua sede social, à noite do dia primeiro de outubro próximo, com movimentada “Festa Dançante”, ao som do famoso conjunto musical “Românticos do Ritmo”.
A propósito, o meu gabinete foi seguramente informado que a “Miss Pará – 1966”, senhorita, MARIA Tereza de Vasconcelos, estará presente àquele encontro azulino, como convidada de honra do estafe do São Francisco Futebol Clube. 

Uma notícia sobre o historiador João Santos


João Veiga dos Santos, depois de afastar-se definitivamente das lides esportivas (era São Francisco doente), dedica-se agora, com afinco, à atividade intelectual de sua preferência. Mesmo assim, nas horas de folga, ele acaba de escrever a história do Clube de seu coração, dando pinceladas na história do esporte santareno de modo geral, compilando tudo em cerca de 300 páginas. Será lançado em breve, por ocasião do aniversário do clube.

Artigo: Nunca vi praias tão lindas


Falar em Santarém é falar em praias. Embora o progresso as tenha empurrado para bem longe, elas continuam a ser o complemento indispensável da “Peróla”. É porque nem só de encontro das águas vive o santareno. Depois do fim da baladadíssima Praia de Maria José, que cedeu lugar ao aeroporto, surgiu Alter do Chão, Aramanaí, ou melhor, surgiram todas as outras praias, porque agora é que estamos aprendendo a usufruir dos benefícios sem par que a natureza coloca em nossas mãos.

Documentos Cabanos: Portugueses expulsos de Santarém em 1834


Em agosto de 1834 um grupo de Cabanos invadiu a então Vila de Tapajós (hoje Santarém) e exigiu a expulsão de todos os “portugueses” da dita Vila. Após uma reunião do “Conselho” (cuja cópia da Ata também temos em nossas mãos), decidiu-se pela expulsão somente de alguns “lusitanos” que fazem parte da lista abaixo: 

Documentos Cabanos: Plano de Defesa de Santarém contra os Cabanos – 1835


Em 20 de março de 1835 a Câmara Municipal de Santarém se reuniu para apreciar e aprovar um plano de “defesa” contra o movimento da Cabanagem eclodido na Capital do Estado. Um fato interessante é que alguns dos membros da comissão que ajudaram a fazer o plano, um ano mais tarde estariam na posição de líderes cabanos, como é o caso de Antônio Maciel Branches. Eis a Ata da Câmara daquele dia: 

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

A Praça do Centenário na década de 1950


Construída como marco do centenário da elevação de Santarém à categoria de Cidade (24 de outubro de 1848), o antigo “Largo de São Raimundo” tornou-se a “Praça do Centenário”, aqui vista em suas linhas originais no início da década de 1950. Fotografia do acervo familiar de Eunice Corrêa.




O primeiro vereador eleito como representante da classe cearense – 1958


Júlio Walfredo de Aguiar, cearense e morador da Vila de Mojuí dos Campos, popularmente conhecido como Juca Walfredo, foi eleito no pleito de 1958 como vereador santareno pelo PSD. Na sua propaganda, aqui reproduzida, se apresentava como candidato representante dos cearenses e dos colonos da região. Foi também o primeiro morador de Mojuí dos Campos eleito vereador.





A Capela do Centro de Formação Emaús – 1977


Construída pelos Irmãos de Santa Cruz, a capela original assim se apresentava aos frequentadores do Centro de Formação Emaús no ano de 1977. Além do altar, feito em madeira, com o símbolo da congregação religiosa, uma imagem de Nossa Senhora e outra de São José também fazem parte do ambiente.




A excursão de um Intendente ao interior de Santarém – 1930


Domingo último (16 de fevereiro), o sr. Coronel Joaquim Braga, d. Intendente Municipal, seguiu em visita a Alter do Chão e adjacências, indo até Aramanaí.
A lancha “Luiz Bastos”. que conduziu s. exa., que se fez acompanhar dos senhores Elysio Corrêa e do nosso companheiro Antônio R. Nunes, partiu às 4 horas da manhã, da cidade, aportando em Alter do Chão às 8 e 30, sendo s. exa. recebido pela comissão distrital dali e muitos amigos, que convidaram-no a saltar, percorrendo a Vila.
Depois de ligeira refeição matinal na residência do sr. Antônio Pedroso, s. exa. visitou ainda a igreja de Nossa Senhora da Saúde, os cemitérios novo e o antigo, após o que os amigos, já em acrescido número, foram deixa-lo a bordo da “Luiz Bastos”, que suspendeu ferro rumo de Aramanaí, às 10 horas.

Atuação do Mobral em Santarém – 1978


Chegaram segunda-feira (27 de novembro) à Santarém, a coordenadora adjunta do MOBRAL, Maria Olinta Costa; agente de profissionalização, Jorge Santos; e a técnica da agência pedagógica, Mercês Negrão. Aqui estão supervisionando as classes de aula do MOBRAL, instalados nas zonas urbana e rural do município de Santarém.
As aulas do Mobral tiveram início no dia 06 de novembro, com o funcionamento de 67 postos, sendo que 14 funcionam na área urbana e 53 na zona rural, com um total de 1.500 alunos. A maior parte dos alunos analfabetos estão na parte rural do município onde, segundo levantamento do Posto Cultural Municipal do MOBRAL em Santarém, existem 1.200 alunos. As aulas vão encerrar no dia 06 de março.

domingo, 14 de outubro de 2018

Sede do Sindicado dos Estivadores de Santarém


Localizada na Avenida São Sebastião, no lado oposto ao Estádio Municipal Elinaldo Barbosa, a antiga sede do sindicato dos Estivadores de Santarém assim se apresentava na década de 1970. Fotografia do acervo familiar de Elias Lopes do Rosário.