Encerrada a “Operação
Mocorongo”. Com as manobras conjuntas da Marinha, Exército e Aeronáutica, foi
vencido, em Belterra, o último reduto “rebelde”, encerrando a “Operação
Mocorongo” que está sendo desenvolvida na Amazônia. Essas manobras tiveram
lugar ao longo do rio Tapajós, nas cidades de Santarém, Belterra, São José,
Morada Nova, Aveiros, Itaituba e Jacareacanga, possibilitando um entrosamento
perfeito das Forças Armadas.
terça-feira, 5 de maio de 2020
domingo, 3 de maio de 2020
Momentos da “Semana de Santarém” no Teatro da Paz
Nestas imagens
podemos ver alguns dos momentos da “Semana de Santarém”, realizada no ano de
1972, nas dependências do Teatro da Paz, em Belém. Fotos do acervo familiar de
Ednmar da Costa Machado.
Imagens aéreas do Centro de Formação Emaús
Algumas imagens
aéreas do Centro de Formação Emaús feitas na década de 1960. Antiga propriedade
dos Irmãos de Santa Cruz, hoje é um Centro de Formação da Arquidiocese de
Santarém.
Imagens internas do Seminário São Pio X
Nestas cinco
fotografias podemos ver como era o interior do Seminário São Pio X, em
Santarém, como ele se apresentava no ano de 1962, logo após a sua inauguração.
Paróquia de Belterra na década de 1940
Conjunto
paroquial de Belterra na década de 1940, vendo-se, em destaque, a Igreja Matriz
de Santo Antônio, bem como a Casa Paroquial (onde residiam os frades
franciscanos) e o Salão Paroquial.
Vila de operários em Belterra na década de 1940
Grupo de casas
para operários das plantações de Belterra na década de 1940. Uma das raras
fotos das construções ainda em palha, antes de serem substituídas pelas
construções em madeira.
sábado, 2 de maio de 2020
Trabalhadores de Belterra em 1940
Grupo de
trabalhadores das plantações da Companhia Ford em Belterra, ouvido o discurso
do presidente Getúlio Vargas quando de sua visita àquela localidade em outubro
de 1940.
Notícias do Folclore no rio Tapajós no ano de 1971
Ainda no Pará,
foi instalado, em agosto, o Centro de Preservação do Folclore de Alter do Chão,
município de Santarém, à margem do Tapajós. O centro é apenas um ponto de
referência da vigorosa empreitada do Projeto Rondon na preservação de nossos
costumes e das tradições populares.
Realizou-se também
o I Festival Folclórico de Fordlândia, ainda no município de Santarém, dele
participando grupos folclóricos de Fordlândia e das localidades vizinhas:
Belterra, Aveiro, Daniel de Carvalho e Brasília Legal. Foram apresentados: a
dança “Desfeiteira”, de Daniel de Carvalho; o “Vundun” [sic] de Belterra; o “Boi
Carinhoso” e a dança do “Chote dos Seringueiros”.
Visita de Getúlio Vargas em Belterra 1940
Na Fordlândia o
Presidente da República tem sido alvo de carinhosas manifestações da população
radicada ali, cuja grande maioria trabalha na plantação de seringais. Ontem,
durante toda a tarde, o Presidente da República percorreu as terras da Empresa
Ford. Cerca de dois milhões de seringais, racionalmente plantados, povoam toda
a região. Belterra, ou melhor “Bella Terra”, pertence ao município de Santarém.
Cerca de 7.000 almas povoam a região. Bel Terra possui um hospital, grupos
escolares, cinemas, luz própria e água encanada. Após o almoço, o Presidente da
República, em companhia de representantes da Cia. Ford, visitou o hospital,
percorrendo-o demoradamente. Em seguida assistiu duas interessantes
demonstrações referentes ao plantio da árvore da borracha e enxertos. O
representante da Cia. Ford reuniu no campo experimental todos os trabalhadores,
fazendo carinhosa manifestação ao Presidente da República. Logo depois o chefe
da nação inaugurou o Campo de Esportes para os jogadores de Belterra. O
presidente Vargas levantou voo daqui com destino a Manaus, onde deverá chegar
às 11h30.
Produção de seringa em Belterra – 1951
O Banco da
Amazônia e o Instituto Agronômico estabeleceram uma colaboração mais íntima,
indispensável para conjurar a crise da borracha. Ambas as entidades concordaram
com o único caminho certo para o caso: intensificar o plantio de seringueiras.
Estas, porém, levam sete anos para começar a produzir, de modo que a solução para
o momento ainda não é essa.
A exploração da borracha em Belterra – 1952
Notícias de
Belterra, onde se encontram os técnicos da FAO, revelam que os mesmos ficaram
entusiasmados com os trabalhos ali desenvolvidos pelo Instituto Agronômico do
Norte. Mais de 500.000 seringueiras, em idade de corte, ainda não foram
sangradas por falta de braços, atribuindo-se a escassez de mão de obra aos
baixos salários pagam pelo Instituto. Foram examinados quilômetros e quilômetros
de seringueiras em ótimas condições.
Uma “Inauguração de Rua” no município de Aveiro
Na foto de
inauguração do calçamento da principal rua da sede municipal de Aveiro estão
presentes o deputado Paulo Lisboa, que alocou os recursos por emenda
parlamentar e o prefeito Leon Bouillet, durante o seu primeiro mandato como
gestor daquele município. Foto do acervo familiar de Paulo Lisboa.
Travessa Silva Jardim em 1976
Cortando a
lateral da Praça do Centenário e da Igreja Matriz de São Raimundo Nonato, no
bairro da Aldeia, assim se mostrava a travessa Silva Jardim em meados da década
de 1970.
Praça e Matriz de Oriximiná em 1976
Vista da Praça e
da Igreja Matriz de Santo Antônio, padroeiro da cidade de Oriximiná, podendo-se
ver também o coreto central e a calçada de passeio daquele logradouro.
quarta-feira, 29 de abril de 2020
O Drama de Belterra em 1965
O mato crescendo
nos seringais improdutivos, onde pelo menos um dos 1.239 funcionários que ainda
agora vivem na região, recebendo total superior a um bilhão e meio por ano, só
trabalhou nove horas em todo o exercício passado; as construções arruinadas,
tratores e automóveis abandonados ao tempo – eis o deplorável aspecto que o
viajante depara hoje em Belterra. A usina de beneficiamento de látex está
reduzida a um montão de sucata. E toda a produção deste centro, que foi um dia
a esperança de Henry Ford e hoje é um símbolo de desastre governamental, mal
atinge 318 toneladas de borracha centrifugada, de qualidade contestável.
A situação de Belterra e Fordlândia em 1950
A Companhia Ford
do Brasil desistindo dos seus planos de cultura da seringueira na Amazônia,
região que produz o melhor látex do mundo, cedeu ao Governo Brasileiro as duas
propriedades e instalações que, em 1928, iniciara no Estado do Pará. Fordlândia
e Belterra são, hoje, duas cidades modernas. Naquela (Fordlândia), as
plantações de seringueiras estão sendo substituídas por outras culturas e,
também, pela pecuária. Em Belterra o trabalho prossegue tendo como base a “HEVEA”,
de que há 2 milhões e meio de exemplares, todos de dupla enxertia. Esses
núcleos são superintendidos pelo Instituto Agronômico do Norte que se dedica ao
estudo da árvore da borracha, à cultura do arroz, timbó, juta e sementes
oleaginosas.
Um retrato de Belterra em 1955
Tive também
ensejo de manifestar a decepção que nos proporcionara a visita feita a
Belterra, onde inúmeros brasileiros passavam fome, abandonados pelos poderes
públicos. Tão triste a situação desses patrícios perdidos naquele inferno verde
que não tivemos coragem de levar até o fim o regabofe que nos foi oferecido pela
administração de Belterra. Repugnara-nos comer peru e outras iguarias diante
daquela gente cujas vísceras se contorciam por falta de trabalho, já que não
recebiam alimentos para a faina que lhe é própria. Não era um Tântalo que tínhamos
diante das nossas vistas, mas centenas deles, cada qual mais esquálido e
esfaimado.
A compra de Belterra e Fordlândia
O governo vai
comprar a “Fordlândia” por 250 mil dólares, ou seja, em moeda nacional, cinco
milhões de cruzeiros, o que representa cinco por cento do valor atribuído pela
avaliação procedida pelo diretor do Instituto Agronômico do Norte, o qual
verificou o valor comercial daquele patrimônio em mais de 93 milhões de
cruzeiros, em outubro de 1944.
A Companhia
Ford, segundo dados divulgados, empregou na Fordlândia e na Belterra mais de
155 milhões e quinhentos mil cruzeiros, calculando-se que teve um prejuízo de
mais de 67 milhões. Em Belterra existem mais de 3 milhões de seringueiras formadas
por dupla enxertia.
domingo, 19 de abril de 2020
Missão Cururu – construção na década de 1950
Nestas duas
fotos podemos ver um grupo de indígenas mundurucus da Missão de São Francisco
do Cururu, realizando um trabalho de construção em fins da década de 1950.
Missão Cururu – pescaria na década de 1950
Grupo de
indígenas, acompanhado de um missionário da Ordem Franciscana, em um dia de
pescaria, em fotografia de fins da década de 1950.
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