domingo, 10 de janeiro de 2016

Uma medida centenária das panificadoras de Santarém

 Há exatos 100 anos atrás, em 1916, as panificadoras santarenas tomaram uma iniciativa que mudou o antigo costume existente na cidade, onde os fregueses podiam trocar os pães do dia anterior por pães novos. Eis o que diz a respeito a nota publicada no jornal “O Comércio” de 16 de dezembro daquele ano:

Memória da Propaganda: “Pharmacia do Povo”, Santarém – 1925

Propaganda da “Pharmacia do Povo”, que ficava na esquina da Rua Lauro Sodré (atual Siqueira Campos) com a Quinze de Agosto. Propriedade de D. Velloso & Comp.


A última reunião do Centro Cívico do CDA – 1943


“Noutro dia após o encerramento das aulas do Ginásio, a Diretoria do Centro Cívico convocou os seus consócios para uma reunião do ano, que se realizou nesse mesmo dia, 9, à tarde, comparecendo um bom numero de sócios. Aberta a sessão pelo Sr. presidente Ubaldo O. de Matos, foi dada a palavra ao ginasiano João B. Miléo Filho, que fez um ligeiro, mas belo discurso de despedida aproveitando também a ocasião para fazer a leitura do movimento financeiro da Tesouraria do Centro, da qual é tesoureiro. 

Palacete Municipal de Itaituba – 1977

Prédio da Prefeitura Municipal de Itaituba em fotografia de 1977. Com o crescimento urbano do município o prédio, construído no final do século XIX tornou-se símbolo histórico da cidade.


Sobre antigos carnavais de Santarém...



NA FOTO: Um “clic” do Carnaval Santareno no ano de 1930. Foto de Apolônio Fona registrando um grupo da elite social local de Santarém fantasiados à “Luiz XV”, em um dos bailes locais da Tapajônia. 

sábado, 9 de janeiro de 2016

A primeira partida do São Raimundo de Santarém em Manaus – 1958

Abaixo publicamos a notícia dos primeiro jogo realizado pelo São Raimundo Esporte Clube, de Santarém, na capital do Estado do Amazonas, em turnê realizada no ano de 1958. Realizada no dia 05 de junho de 1958, infelizmente o selecionado santareno perdeu para o Nacional, da capital baré. Eis a crônica da partida publicada no jornal “Jornal do Comércio” de 07 de junho de 1958.

Seringueiro nas plantações de Belterra na década de 1950

Seringueiro trabalhando nas plantações de seringueiras de Belterra. Passadas da Companhia Ford para o Governo Brasileiro, as plantações ainda produziam látex por alguns anos posteriores, decaindo, entretanto, ano após ano.


Sobre o estado sanitário de Vila Franca – 1856

O Ofício abaixo, feito pelos vereadores da Câmara de Vila Franca (foz do rio Arapiuns), nos revela a situação posterior ao ataque epidêmico do ano de 1855 que, inclusive, impediu as reuniões da dita Câmara.

Memória da Propaganda: Verdadeiro Barateiro de Alenquer – 1890

Propaganda da loja de José da Costa Homem, proprietário de casa comercial na cidade de Alenquer, publicada no ano de 1890.


Ofício sobre saúde na Província do Pará – 1867

Abaixo transcrevemos um ofício dirigido ao Presidente da Província do Pará, escrito pelo Dr. Francisco da Silva Castro, inspetor da saúde pública da mesma província, apresentando detalhes sobre o estado sanitário do Pará no ano anterior ao que o ofício foi escrito.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Visitadoras Sanitárias do S.E.S.P – 1944


“Esta de parabéns o Serviço Especial de Saúde Pública em Santarém, pela formatura da primeira turma de Visitadoras Sanitárias da escola aqui instalada pelo referido Serviço.
Pelo acontecido, foi mandada celebrar, no dia 15 do corrente, Missa Solene em Ação de Graças, cantada pelo “Coro Santa Cecília” do Marianos de Santarém, na Catedral de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, tendo todas as diplomadas recebido a Sagrada Comunhão nessa ocasião.

Vista aérea do “Laguinho”, em Santarém – 1953

Nesta fotografia do acervo do IBGE, podemos ver o antigo “Laguinho”, no local mais ou menos próximo onde hoje se encontra o IBAMA na Avenida Tapajós. Ao fundo pode-se ver também a antiga “Estrada de Rodagem”, que era por onde se dirigia para a Serra do Piquiatuba, pois não existia ainda a “Santarém-Cuiabá”.


Oriximiná na posse de si mesmo

Por Enéas Cavalcanti

“Marchando à vanguarda dos grandes municípios brasileiros, – Oriximiná, cognominada PRINCESA DO TROMBETAS, pertencente à grande família da Unidade Paraense, está vivendo os seus dias – felizes, inteiramente integrada na – posse de si mesmo.
No domingo passado, 29 de fevereiro, assistimos ao espetáculo cívico da Instalação da Câmara de Vereadores, que logo a seguir empossou o Senhor Guilherme Imbiriba Guerreiro, nas altas funções de Prefeito Municipal, cujos atos se revestiram de todo o protocolo e brilhantismo, e hoje, 7 de março, Frei Protazio, nosso primeiro Vigário, celebrou a sua primeira missa paroquial, com a Igreja à cunha.

Serra do Ererê em Monte Alegre – 1902

Membros da expedição de Madame Coudreau posando para uma fotografia numa rocha da Serra do Ererê, na cidade de Monte Alegre, no ano de 1902.


Em defesa do pároco de Santarém – 1855



Durante a epidemia colérica no ano de 1855, o Vigário Geral do Baixo Amazonas, Cônego Raimundo Antônio Fernandes, foi alvo de perseguição pública em Santarém. A acusação era de que o referido Cônego estaria cobrando dinheiro por casamentos realizados “em perigo de morte”. Em sua defesa saíram seu irmão, o Pe. João Antônio Fernandes e o pároco coadjutor, o padre santareno Raimundo José Auzier, conforme se pode ver pelos ofícios publicados abaixo:

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Litoral da cidade de Santarém no ano de 1965

Vista do litoral santareno no ano de 1965, onde pode-se ver, além das embarcações típicas na margem do rio Tapajós, a escadaria que dava acesso ao cais de arrimo em frente a Praça da Matriz e o “Tapajós Bar”. Acervo do IBGE.


Sobre construções na cidade de Alenquer – 1890

Abaixo transcrevemos um edital da Câmara Municipal de Alenquer estabelecendo o cumprimento do Código de Posturas do Município no que tange ás obras de construção civil dentro do perímetro urbano da cidade, no ano de 1890.

Ginásio Dom Amando: Encerramento das aulas ginasiais de 1943


“Quinta Feira, dia 9, o ginásio encerrou as aulas ginasiais de seu primeiro ano de funcionamento. Ao ato solene compareceram as autoridades e distintas famílias, tendo sido presidido por S. Excia. Revma. Monsenhor Anselmo Pietrulla, digníssimo diretor do educandário. Aberta a sessão solene de encerramento das aulas, S. Excia Revma. convidou os professores Orlando Ladislau e Ana Otília Seiffert para fazerem a entrega dos boletins aos alunos que passaram para a 2ª série ginasial, e depois S, Revma. deu a palavra ao professor Orlando, professor de Português, que fez de improviso uma bela oração de despedida. Assim que terminou, os assistentes palmaram-lhe longamente, e S. Excia Revma. agradeceu-lhe a feliz oração proferida. Em seguida, foi dada a palavra a um ginasiano para falar pela turma, sendo o designado ginasiano Manoel Loureiro, que demonstrou seus pendores oratórios, graças ao gosto ganho nos trabalhos literários que por diversas vezes apresentou às reuniões do Centro Cívico no decorrer do Ano Letivo. Findo o seu discurso, foi muito aplaudido. Não havendo quem quisesse ainda falar, S. Excia. Revma. com palavras amigas e eloquentes dirigiu-se aos seus alunos, pedindo-lhes que enrijecessem nas férias que iam gozar, para no próximo ano  retornarem aos estudos com mais disposição e gosto.

Cidade Baixa de Monte Alegre em 1902

Vista da “Cidade Baixa” da cidade de Monte Alegre, em fotografia quando da expedição de madame Coudreau. Além do casario típico, incluindo alguns sobrados, pode-se ver a bonita praia da frente da cidade.


Atas da Câmara Municipal de Santarém – Segunda Extraordinária da Sessão da 3ª Reunião – 1855

Presidência do Sr. Gomes Pereira – em 27 de agosto de 1855.

“Presentes os Srs. Gomes Pereira, Argemiro Soares, Alves de Souza, Barroso Pereira, Garcia e Campos.
Abriu-se a sessão. O sr. presidente pôs em discussão a Indicação que havia ficado adiada; depois de uns debates o sr. Argemiro Soares pediu a palavra e disse que em virtude da voz pública a respeito do mal enterramento dos cadáveres sepultados no Cemitério desta Cidade, como membro da comissão de polícia e economia externa, logo deliberei convidar o farmacêutico João Baptista de Mattos, para hirmos (sic) sondar o mesmo Cemitério e darmos nossa opinião a esta corporação do que fosse encontrado, e que não tem sido possível efetuar-se pelo mesmo Mattos achar-se então doente, e existir até agora, não podendo sair à rua, sendo esse o motivo de não ter dado até agora solução. Contudo voto pela Indicação.