Uma das
tradições mais antigas da festividade de Nossa Senhora da Conceição é a queima
de fogos de artifício. Há registros antigos deste espetáculo em jornais do
século XIX. Para encerrar a série de postagens diárias da festa da padroeira um
registro fotográfico dos fogos da festa, na década de 1970.
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Sede da Fazenda Maicuru (Monte Alegre) – 1953
Fotografia
da sede da Fazenda Maicuru, nas margens do rio Maicuru, em Monte Alegre. Além
do clima chuvoso, esta fotografia do IBGE retrata como estava a sede da fazenda
durante a grande cheia do ano de 1953.
Um Baile no casarão do Barão de Santarém – 1856
Na primeira quinta feira do mês
de dezembro de 1856 (dia 04), o Coronel Miguel Antonio Pinto Guimarães, futuro
Barão de Santarém, oferecia um baile em sua residência (hoje conhecido como
Solar do Barão de Santarém). O fato foi registrado pelo Jornal “Tapajoense” do
qual extraímos o seguinte texto descritivo:
Secagem da Juta em Óbidos – 1956
Processo
de secagem da juta em fazenda ribeirinha na cidade de Óbidos. Depois do plantio
e da colheita a juta era preparada para ser levada em fardos para a cidade. A
economia da década de 1950 tinha na juta uma das suas maiores fontes de renda. Foto IBGE.
Isto foi notícia: Um mau agouro na Intendência de Itaituba – 1900
Com o
título “Mau Agoiro” o texto que abaixo publicamos foi publicado originalmente no
"O Jornal” de 27 de outubro de 1900. É interessante e curioso pelo modo
supersticioso como era tratada a política de então...
Festa da Conceição: Vista do Círio de 1984
Uma
colaboração da amiga Lila Bemerguy: uma vista parcial da procissão do Círio em
1984. Interessante ver nesta foto que a procissão ainda tinha o sentido
contrário da procissão de hoje. Veem-se também as barraquinhas que vendiam
comida nas margens da Avenida Tapajós e a barraca da festa montada na praça da
bandeira.
domingo, 6 de dezembro de 2015
Praia na frente da cidade de Santarém em 1899
Outra
visão pitoresca da Santarém no final do século XIX. Esta fotografia de Horácio
Silva (Foto Fidanza) tirada da perspectiva de quem estava em frente da praça da
Matriz, mostra a praia que se estendia a partir da Rua do Comércio (atual
Lameira Bitencourt) até o rio Tapajós. Chama-se a atenção para as pequenas
casas na margem bem como o varal de roupas brancas.
Momento poético: No Amazonas
Fernandes
Bello (*)
Ruge
o caudaloso rio, – o sem rival no mundo,
As
vagas atirando às pedras da beirada;
A
canarana desce, em grupos enlaçada,
E
o cedro passa lesto e some-se no fundo,
Qual
em dia de inverno, horrífico, iracundo,
Solta
rouco trovão horrenda gargalhada,
Tal,
das águas a flor, de fauce escancarada,
O
enorme jacaré se mostra furibundo.
Festa da Conceição: Praça da Matriz – 1978
Um dos
pontos tradicionais do arraial da padroeira era o passeio pela Praça da Matriz.
Nos bancos, ao redor do coreto, sentavam-se as famílias e os namorados.
Tradicional ponto de encontro na Festa da padroeira, tinha ao fundo a Catedral
iluminada.
sábado, 5 de dezembro de 2015
Primeira Eucaristia na Catedral de Santarém
Isto foi notícia: A festa de instalação da cidade de Itaituba
Elevada à
condição de cidade com a denominação de Itaituba, pela lei estadual nº 684, de
23 de março de 1900, a antiga Vila de Itaituba preparou uma bonita festa de
instalação da cidade que ocorreu no dia 15 de novembro de 1900, antecedida pela
inauguração do novo Palácio Municipal, ocorrida um dia antes, conforme a
notícia abaixo que circulou no Jornal da capital do Estado:
Interior da loja de Antônio Braga & Cia – 1910
Vista do
interior da loja Antônio Braga & Cia, cuja foto da fachada, publicamos no
dia de ontem. A presente foto foi publicada no Álbum Ilustrado do Pará em 1910.
Destacam-se na foto duas máquinas de costura que eram vendidas no comércio
santareno há mais de 100 anos atrás.
Documentos históricos: Compra de Fordlândia e Belterra pelo Governo Brasileiro
Transcrevemos
abaixo o Decreto Lei Nº 8.440, de 24 de dezembro 1945, que estabeleceu as
normas para a aquisição do acervo das concessões de Belterra e Fordlândia no
Estado do Pará, pertencentes à Companhia Ford Industrial do Brasil, pelo Banco
de Crédito da Borracha S.A., passando as ditas propriedades para a posse do
governo brasileiro.
Festa da Conceição: Vista da Berlinda em 1979
Outra foto
da berlinda em madeira, doada por funcionários da Sudam no ano de 1971. A
cobertura que aparece na foto não existe mais no dia de hoje. Esta berlinda se
encontra atualmente no Museu de História e Arte Sacra da Diocese de Santarém.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Vista da Rua do Comércio em Santarém no final do século XIX
Mais um
cartão postal da série de fotos de Horácio Silva (Foto Fidanza) tirados no
Baixo Amazonas no final do século XIX (1899). Neste podemos ver a antiga Rua do
Comércio (atual Lameira Bitencourt) em Santarém. Dois prédios destacam-se na
paisagem: o Antigo Mercado Municipal e o prédio denominado “Canto Redondo”. Ainda não existia a loja "O Castelo", construída poucos anos depois.
Isto foi notícia: O Cinema em Alenquer
Abaixo
transcrevemos uma notícia interessante sobre o Cinema em Alenquer, publicada no
Jornal de Santarém em 28 de janeiro de 1956. Empreendimento do senhor José
Jorge Hage, além de cinema o Ideal também era um teatro onde os alenquerenses
apresentavam seus dotes nas dramatizações artísticas.
Loja de Antônio Braga & Cia. – 1910
Publicamos
aqui a fotografia da Loja Antônio Braga & Cia, publicada no Álbum Ilustrado
do Pará. Publicamos aqui no blog, dois dias atrás, a propaganda desta casa
comercial de Santarém em 1910.
Documentos históricos: Lei de criação da Vila e Paróquia de Santana em Brasília Legal
Publicamos
aqui uma cópia da Lei Provincial N° 266, de 16 de outubro de 1854, que cria a
Vila de Brasília Legal e a Paróquia de Santana, com sede na mesma Vila. Dois
anos depois a sede da Vila e da Paróquia seria transferida para Itaituba que,
de fato, veio a se desenvolver mais do que a antiga sede.
Festa da Conceição: Andor na década de 1960
Esta
fotografia, do acervo digital do amigo Ignácio Neto, mostra o Círio na década
de 1960. Naquela época a imagem da padroeira usava vestido, manto e véu (o
vestido hoje não é mais usado, apresentando os detalhes do vestido esculpido da
própria imagem). Somente na década de 1970 seria suprimido o andor e implantado
o uso da berlinda.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Trapiche de Santarém em postal do século XIX
A
fotografia de Horácio Silva (do Foto Fidanza, de Belém) registra o porto de
Santarém com seu trapiche no final do século XIX. Nota-se que o “Morro da
Fortaleza” ainda chegava até a praia, não existindo ainda a Rua Adriano
Pimentel. A série de cartões postais desse fotógrafo circulou por mais de uma
dezena de anos, sendo que, alguns deles ainda eram postados até os anos de 1912.
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