Antes de Ponta
de Pedras, antes mesmo de Alter do Chão, o balneário mais procurado pelos
santarenos nas tardes quentes de verão ou nos domingos era o Igarapé do Irurá,
louvado em letras e canções pelos santarenos, hoje agoniza, quase morto,
sufocado pelo crescimento desordenado da zona urbana. Foto do acervo Ignácio
Neto.
sábado, 10 de junho de 2017
Cidade de Aveiro em fins do século XIX.
Uma das mais antigas
fotografias feitas da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, em Aveiro.
Feita pelo fotografo Horácio Silva (que fotografou o Baixo Amazonas e Tapajós
para a loja Fidanza, em Belém, em idos de 1898) ela mostra, além da Igreja
Matriz (recém-construída) várias casas na primeira rua da localidade, muitas
delas feitas de taipa de mão.
Frente do município de Alenquer na década de 1970
Outro instantâneo
de uma enchente na cidade de Alenquer na década de 1970. Mostra não somente a
cidade que observa as águas da enchente como também várias pessoas que
aproveitam as águas para seu banho. Foto cedida ao blog pelo amigo Luiz
Potyguara.
Grupo de balateiros do município de Alenquer em idos de 1960
O látex extraído
da balateira (manilkara bidentata) era um dos produtos extrativistas que
movimentavam o comércio de Alenquer na metade do século XX. Nesta foto podemos
ver um grupo de “balateiros” no serviço de extração nas matas alenquerenses.
Fotografia cedida pelo amigo Luiz Potyguara.
Porto da cidade de Alenquer em tempo de vazante dos rios
Vista das
embarcações no porto da cidade de Alenquer na época em que os rios amazônicos
estão na vazante, em idos dos anos 1970. A cidade ao fundo, tudo observa. Fotografia cedida ao blog
pelo amigo Luiz Siqueira.
sexta-feira, 9 de junho de 2017
Vista aérea de Alenquer em idos dos anos de 1970
Imagem aérea da
cidade de Alenquer feita em idos dos anos 1970, mostrando a cidade, com
destaque para a Igreja Matriz de Santo Antônio. Fotografia cedida ao blog por
Luiz Potyguara.
Vista de Alenquer durante uma enchente nos anos de 1970
Outra
perspectiva da cidade de Alenquer durante uma das enchentes que assolam com frequência
a região do Baixo Amazonas. Fotografia feita nos anos de 1970 e cedida ao blog
por Luiz Potyguara.
Sobre pesos e medidas no comércio de Santarém – 1933
Cumprindo um dispositivo
do Código de Posturas Municipais, a Prefeitura acaba de fazer rigorosa aferição
dos pesos usados pelos comerciantes desta praça.
Destes, alguns
foram pegados em falta, acusando os pesos regular diferença, com o que muito
sofre o povo – a eterna vítima desses espertalhões.
Outros, estes em
número reduzido, viram comprovadas as suas honestidades, conferindo seus pesos
com o peso aferidor.
Momento Poético: Soneto
Por Jocob Roffé
Mirando seu semblante portentoso
Nessa noite de festa tão radiante,
Fiquei na vida todo venturoso
Vendo essa formosura exuberante!
Das conquistas quisera ser triunfante,
Tendo, para mim, esse anjo tão formoso:
Dele fazendo um sonho delirante
Idílio do sublime e majestoso.
Artigo: URGENTE: criem-se mais Territórios Federais
Por J. M. Othon
Sidou
(Diretor da
Revista “Câmbio”)
Não é a primeira
vez, nem será tampouco a última em que nos manifestamos por uma redivisão
territorial do Brasil. Que nos importa que essa atitude venha a causar cócegas
aos apegados a um colonialismo à século XVI ou aos patriotas à-outrance,
estrábicos dentro de um regionalismo contra-producente?
Ideia bastante
velha, defendida já no Império pelo Marques do Paraná, que já fazia prosélitos
ao slogan dos “Estados Grandes e Estados Pequenos” quando proclamava que “para
mim é indiferente que tal Província seja grande ou pequena, o que desejo é que
a nação brasileira seja grande”, ideia madura, portanto, com ilustres e
abnegados seguidores, a ela sempre desejamos incorporar-nos, porque a
consideramos única capaz de fazer o Brasil prosperar; e quando dizemos
prosperar não aludimos ao progresso urbanista, de fachadas de arranha-céus e
ruas asfaltadas, senão ao engrandecimento das regiões mais distantes e mais
inóspitas, ricas-paupérrimas, com a vitaminização civilizadora das células
orgânicas da Pátria, que são os municípios.
Sobre uma importante Comissão Científica em Santarém – 1890
É este o teor do
ofício dirigido ao Governador do Pará pelo capitão José Soares de Souza Fogo,
chefe da Comissão de Socorros à Expedição Científica:
Bordo da Lancha Nº 01 da Flotilha do Amazonas, surta
em Santarém, 01 de Setembro de 1890.
Tenho a satisfação de vos participar que a Expedição
sob meu comando, tendo saído de Manaus à 09 de junho, chegou à 14 à Ilha
Goyana, onde, deixando ancorada a lancha, passou-se para uma igarité, subindo
as cachoeiras do Tapajós, em cujo percurso gastou 22 dias; entrando no rio São
Manoel, gastou 19 dias de viagem, penosíssima e aventurosa, até encontrar a
Comissão Científica, logo abaixo do Salto Tavares, em cujo alto permaneceu por
seis longos meses a Comissão, sem o poder descer.
Nesse acampamento ficou enterrado o inditoso capitão
Antônio Lourenço Telles Pires, que sucumbiu, vitimado pelas manifestações
palustres que lhe apareceram.
Um Prelado Missionário
Há dois meses
faleceu Dom Frei Amando Agostinho Bahlmann (foto), Bispo titular de Argos e Prelado de
Santarém, no Pará.
Doutor em
Filosofia e Teologia pela Universidade Gregoriana de Roma, aqui aportou em 1892
e naturalizou-se brasileiro.
Ocupou
importantes cargos em sua Ordem e assinalados serviços prestou ao nosso País,
como apóstolo e bispo missionário durante um longo período.
A panificadora LUCI no início da década de 1980
Quem nunca comeu
um pão quentinho da panificadora Luci? Nesta foto, no início dos anos 1980, já
existia só a fachada da mesma (o interior já não era mais o casarão original.
Esta mesma fachada foi mantida até os dias de hoje. O casarão ao lado,
entretanto, que pertencia à família Reça e que estava todo em sua originalidade
do século XVIII, foi demolido em tempos mais recentes... Foto do acervo de
Ignácio Neto.
A Secretaria da Intendência Municipal de Santarém
A sala da antiga Secretaria da Intendência Municipal, que funcionava onde hoje é o Centro Cultural João Fona, antes das reformas feitas
pelo prefeito Ildefonso Almeida nos anos de 1930. Nesta foto vemos um dia de
trabalho da secretaria do município de Santarém possivelmente nos anos de 1910. Foto do acervo de Ignácio
Neto.
quinta-feira, 8 de junho de 2017
E o “Theatro Victoria” virou Câmara Municipal
Em 1965 o então
prefeito Everaldo Martins descaracterizou por completo o antigo “Theatro
Victoria” transformando-o, depois de uma reforma geral, na sede da Câmara
Municipal de Santarém, que assim se apresentava aos olhos dos santarenos no ano
de 1966 (note-se, na mureta, propaganda do prefeiturável Ubaldo Campos Côrrea,
que perdeu a eleição daquele ano para Elias Pinto). FOTO: IBGE.
Trator desembarcando na praia de Boim – 1950
A foto registra
o momento de desembarque de um trator na praia da Vila de Boim, no rio Tapajós,
no ano de 1950. O maquinário fazia parte do esforço dos frades franciscanos que
promoveram diversos melhoramentos na Vila naquela década.
O Antigo Coreto da Praça da Matriz de Alenquer
As festas de
Santo Antônio de Alenquer tinham seu charme musical em torno do antigo coreto
da Praça da Matriz. As retretas animadas por bandas (algumas delas vindas de
fora do município) faziam o charme do passeio pelo Arraial do Santo. Fotografia
da década de 1960, cedida ao blog pelo amigo Luiz Potyguara.
quarta-feira, 7 de junho de 2017
O Seminário São Pio X em Santarém na década de 1960
Um pouco mais
cedo, no dia de hoje, o blog postou uma foto em que Dom Floriano caminhava com
o então Frei Tiago Ryan, em Fordlândia. Em 1958, Dom Tiago sucedeu Dom Floriano
Loewenau no pastoreio da então Prelazia de Santarém, cabendo a ele concluir uma
obra iniciada por seu antecessor: o Seminário São Pio X, cuja fachada pode ser
vista nesta fotografia da década de 1960.
Memória da Propaganda: Venda de fazendas em Santarém – 1856
Um dos grandes
fazendeiros de meados do século XIX, José Gouzennes Faget, coloca três de suas
propriedades a venda (com ou sem os escravos), como se pode constatar na
propaganda publicada no jornal O Tapajoense de 28 de junho de 1856.
A visita do Ministro do Trabalho em Santarém – 1971
Na última
quinta-feira nossa cidade teve a honra de hospedar por algumas horas mais um
Ministro de Estado do Brasil, o dr. Júlio Barata, da Pasta do Trabalho e
Previdência Social.
A visita de S.
Exa., teve como objetivo inspecionar as obras em andamento em nossa cidade,
ligadas à sua pasta, bem assim como visitar o local onde o IPASE vai construir
uma vila de casas para os seus segurados.
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