domingo, 20 de janeiro de 2019

Ponte sobre o igarapé do Irurá


Rua Raimundo Fona em 1985


Escadaria do Morro da Fortaleza na década de 1950


Orla da Adriano Pimentel na década de 1960


O dia que adoçaram o rio Tapajós...


Funcionários da Companhia Docas do Pará – CDP, lançaram ao rio Tapajós, na semana passada, mais de cinco mil quilos de açúcar, considerado pelas autoridades sanitárias como anti-higiênico, resultante do derrame nos porões do navio Mirosul e no píer do Cais do Porto. Com isso, acabou o quiproquó surgido sobre o assunto quando o presidente da União Sindical, Francisco Cunha, denunciou que aquele açúcar seria vendido ao público. 

Notícias de Oriximiná e Alenquer em 1979


Com verba no valor de mais de 800 mil cruzeiros, o prefeito Raimundo Oliveira, de Oriximiná, iniciou a pavimentação da rua Barão do Rio Branco, numa extensão de quase cinco mil metros. O serviço está sendo feito na base do cimento ciclópico e será concluído ainda em setembro.

O Movimento Cultural “Bandeira Branca” – 1979


O movimento “Bandeira Branca”, cuja filosofia de trabalho se apoia na criança, na ecologia e no homem voltado à natureza, depois do encontro com as crianças, no último dia 31 de janeiro, colocam em pauta as seguintes realizações: o Baile do Horror, no São Francisco Futebol Clube, hoje (10 de fevereiro); Noite de Seresta, no dia 12 de fevereiro, na Praça Barão de Santarém e um Show Lítero Musical, no dia 14 de fevereiro, na Casa de Cultura onde serão apresentadas músicas, em sua maioria de compositores mocorongos, com voz central de Maria Lídia Mendonça (foto). Também farão parte do movimento musical: Djalma, Banjo, Eduardo Phebus, Marreta, João Cavalero e Marcília.

Santarém vista do “Leopoldo Peres” – 1961


A antiga PA 81 no ano de 1970


sábado, 19 de janeiro de 2019

Uma rua em Mojuí dos Campos na década de 1960


Apresentação do novo viveiro de mudas em Belterra – 1971


Movimento da Praça da Matriz em 1981


Cruzamento da Travessa dos Mártires com a São Sebastião


Chegada da imagem de Nossa Senhora de Fátima – 1953


Trapiche de Santarém na década de 1950


Inspeção do Porto de Santarém – 1979


Inspecionando o Porto de Santarém, o general Teodorico de Farias, Secretário de Assuntos Especiais do Ministério dos Transportes. Faziam parte da comitiva, que veio de Manaus, Itacoatiara, Parintins e Óbidos, o coronel Raul Moreira, presidente da CDP, o coordenador geral dos corredores de exportação da Amazônia: engenheiro Maurício Velasques, o administrador do Porto de Manaus: Luiz Eugênio e o Delegado da SUDAM – AM. 

A primeira exposição dos Escoteiros em Santarém – 1969


Terá início amanhã (09 de novembro), a partir das 7 horas para terminar às 19 horas, a Primeira Exposição dos Escoteiros de Santarém, que terá como local a Praça do Centenário.
A Exposição constará de trabalhos manuais, cartazes e apresentação de animais da fauna amazônica.

Tristes ocorrências em Fordlândia – 1929


Há tempos que os trabalhadores nacionais, de Boa Vista, vinham criando ódio aos barbadianos e outros estrangeiros “de cor”, cuja grosseria e arrogância procuravam sempre espezinhar os brasileiros. Anteontem (06 de junho) à tarde, um desses barbadianos feriu à canivete ou à faca, um rapaz brasileiro. Levantaram-se então os nossos patrícios e quase lincharam o “preto”, que chegou ontem à nossa cidade, onde está em tratamento.

sábado, 12 de janeiro de 2019

Uma partida de futebol em Óbidos


Uma divertida manhã de lazer em Óbidos


Santarém considerada uma cidade sem verde – 1978


Santarém e a segunda cidade do Pará e a terceira da Amazônia. Situada na confluência dos rios Tapajós e Amazonas, o que lhe permite ligação fluvial com Belém e Manaus, é um porto exportador estratégico um entreposto comercial tão agitado que conferiu à cidade o título de Capital do Baixo Amazonas, um título brilhante para um povoado que nasceu em 1626. Quando ali chegou, cheio de ambição, o pioneiro lusitano Pedro Teixeira.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

A nova Igreja de São Sebastião – 1968


Celebração dos 75 anos da Prelazia de Santarém – 1978


Artigo: Aldeia, um bairro que se transforma em 1978


Por Eriberto Santos

O bairro da Aldeia, assim chama do por ter sido, no passado, local predileto de índios e caboclos que viviam da caça e da pesca, experimenta nos últimos tempos grandes mudanças e pouca coisa guarda das características de um passado não muito distante.

Santarém a capital amazônica do Iatismo – 1978


Quando esteve em Santarém, numa de suas muitas viagens, o ex-governador Aloysio Chaves chegou a prever a afirmação de Santarém como o principal centro de esportes náuticos do Pará. Fundado há apenas cinco anos, o Iate Clube de Santarém já se afirma no cenário regional, tendo já, em sua folha de atividades um bom número de participação exitosas no Estado e noutras partes do Brasil.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

A Praça da Bandeira na década de 1960


Bola na praia em frente da cidade de Santarém


Os 75 anos da Prelazia de Santarém – 1978


As comemorações das bodas de diamante da Prelazia de Santarém culminaram com uma noite de festa singular, em que brilhou não somente o ardor religioso católico da Pérola do Tapajós como também pela demonstração de cultura local.

A Construção do Centro da APAE em Santarém – 1978


Deverá começar em outubro a construção do centro de recuperação atendimento a menores excepcionais, em terreno na rua 24 de outubro, entre a Avenida Cuiabá e Frei Ambrósio. A decisão foi tomada pela associação de pais e amigos dos excepcionais de Santarém – APAE, que tem como presidente Wilmar Frazão.

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Sete notícias de outros janeiros...


1929 – O primeiro concurso de Miss Santarém
A direção do jornal “A Cidade” organiza o primeiro certame do concurso de beleza denominado de “Miss Santarém”. A campeã, disputaria o concurso de “Miss Pará”. Foi a primeira vez que as santarenas puderam disputar esse concurso de beleza em sua cidade natal. A votação foi feita por meio de cédulas distribuídas pelo citado jornal.

1936 – Nova professora para Óbidos
A recém-formada professora normalista, Philomena Vieira Braga, chega à Óbidos para lecionar no Educandário São José, mantido pelas Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição. Professora Philomena, foi aluna do Colégio Santa Clara, mantido pelas mesmas religiosas, em Santarém.

1958 – Dom Floriano Loewenau parte para Óbidos
Na noite do dia 28 de janeiro, grande número de pessoas lotou o estádio municipal Aderbal Correa para participar da cerimônia de despedida do bispo Dom Floriano Loewenau. No dia seguinte o prelado partiu para a vizinha cidade de Óbidos, onde assumiria como seu primeiro Bispo dias depois.

1966 – O “descimento da cruz”
No dia 05 de janeiro, oito homens descem da antiga cruz do altar lateral onde se encontrava, a imagem de Jesus Crucificado, ofertado para a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição pelo naturalista Carlos Frederico Felipe “Von Martius”. A obra ficaria na sacristia da Matriz até ganhar uma nova cruz, em madeira de quariquara, no centro da nave do Altar Mor.

1972 – Quadrangular vira Triangular
Com a desistência do São Francisco Futebol Clube, que decidiu sair da decisão do Campeonato Santareno (conhecido como Torneio “Cidade de Santarém”), o Conselho Deliberativo formado pelos outros três clubes: São Raimundo (que se absteve de votar), América e Bom Sucesso, decidiu continuar o campeonato em forma de triangular entre os referidos três times que ficaram.

1982 – Paraense X Mariano em Óbidos
Com dois gols, um marcado por Valdir e outro por Pincha, o time do Paraense (vide foto) derrota o Mariano esporte Clube, em Óbidos, em uma partida no dia 17 de janeiro, com grande participação de público no estádio municipal General Rêgo Barros, conquistando, assim o título de bicampeão obidense de futebol.



1983 – População protesta contra mudança de nome de rua
A população de Santarém protesta contra a mudança do nome da Avenida Barão do Rio Branco para Everaldo Martins. A proposta foi apresentada pela Câmara Municipal. O governo do Estado, sabendo do fato, decidiu apresentar o nome de Everaldo Martins para a Rodovia que liga Santarém à Alter do Chão e o nome Barão do Rio Branco ficou mantido no seu devido lugar.